Texto na aula de Ciências

13 fev 2014

No dia 05/02 os sétimos anos fizeram uma tarefa em que trabalhavam com a força da gravidade. Foi proposto que criassem uma história em que a personagem principal não estivesse sujeita à força da gravidade. O Guilherme Lickel fugiu do convencional e, com muita habilidade, criou um mito de origem do universo.

Professor Rodolfo

O que é a força da gravidade?

A gravidade é uma das quatro forças fundamentais da natureza. Trata-se de um fenômeno natural pelo qual todos os corpos físicos são atraídos um pelo outro. Na prática, a força gravitacional da Terra confere peso aos objetos e faz com que caiam no chão quando são soltos no ar. Como a atração é mútua, a Terra também se move em direção aos objetos, mas esse movimento é ínfimo diante das dimensões do planeta.

Do ponto de vista cosmológico, a gravidade faz com que a matéria dispersa se aglutine, e que essa matéria aglutinada se mantenha intacta, permitindo dessa forma a existência de planetas, estrelas, galáxias e a maior parte dos objetos macroscópicos no universo. A gravidade é ainda responsável por manter a Terra e os demais planetas e satélites nas respectivas órbitas, pela formação das marés, por aquecer o interior de estrelas e planetas em formação e por vários outros fenômenos na Terra e no universo.

Existem muitos exemplos ao nosso redor de atuação da força da gravidade. Desde a queda de meteoritos no planeta Terra, até o pão que cai no chão. Com a parte da manteiga virada para cima ou para baixo, mas sempre cai em direção do centro da Terra. Mas você já pensou se a força da gravidade não existisse? Use toda sua criatividade e crie uma pequena história em que a personagem principal não esteja sujeita à força da gravidade.

“Há muito tempo atrás, no início da criação do ser humano, Deus ainda não havia criado a gravidade e então as pessoas (que na época só existia por volta de 100 habitantes) ficavam flutuando até que, por volta dos 30 anos, as pessoas saiam da área de oxigênio e morriam sem ar.

Um dia uma pessoa surgiu e era muito inteligente. Essa pessoa era muito dedicada e foi crescendo e aprendendo, até que ela descobriu o magnetismo e criou um ímã gigante e muito sensível, qualquer coisa que chegasse perto ele puxava.

O ímã ganhou popularidade e foi colocado no centro da Terra, onde puxasse tudo pra lá, e foi assim que surgiu a gravidade.”

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Noite de Autógrafos

26 nov 2013

A noite de autógrafos, que aconteceu no dia 22 de novembro, fechou um ciclo de muito trabalho realizado na disciplina de Português, com o professor Antônio e com o apoio da disciplina de Artes, com a professora Audrey. O resultado foi o livro com textos dos alunos da turma chamado: “Uns #*!@ escritores”.

Eis algumas fotos:

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Preparação da Festa da Primavera

24 set 2013

Texto coletivo de apresentação dos trabalhos da turma.

Bem vindo à nossa sala!

Atravessando esta porta você encontrará desde informações sobre a cultura brasileira até as invenções mais fantásticas da História, passando por temas como a M. P. B. ou os anticoncepcionais, por exemplo.

Quando terminar o percurso, você terá feito uma viagem pelos diversos temas e saberá mais sobre cada um deles.

7º ano tarde

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Resenha do livro As mil e uma noites

01 ago 2013

Após lermos a versão de Ferreira Gullar para o livro As mil e uma noites, reunimo-nos em grupos e o resenhamos. O texto do grupo formado pela Íris, pela Luiza e pelo Nandê, ficou assim:

No livro “As mil e uma noites”, você conhecerá uma jovem chamada Sherazade que, para salvar seu povo, casa-se com um Sultão.

Sherazade sujeita-se assim, por conta de uma decisão do soberano, à morte. Porém, ela começa a contar-lhe histórias instigantes e consegue ir adiando sua terrível condenação.

Para acompanhar essas histórias e se surpreender com elas, você não precisa ser Sherazade e nem o Sultão, pois basta embarcar nesta aventura cheia de perigos que as páginas deste livro oferece.

Você teria coragem?

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A oitava viagem de Simbad, o marujo

26 maio 2013

Quem já leu o livro “As mil e uma noites – contos árabes” sabe muito bem que o marujo Simbad contou a Hindbad as peripécias de sete das viagens que realizou. Poucos (nem mesmo Hindabad) conhecem, porém, a oitava viagem de Simbad, que o intrépido marujo relatou à Bianca, ao Iago e à Luiza – e que você pode ler a seguir…

A oitava e última viagem de Simbad, o marujo.

Eu já estava velho e desde minha sétima viagem não viajei mais. Eu estava bem consciente de que meus últimos anos já estavam chegando.
Uma velha amiga minha foi morta e seus cequins roubados e, por mais estranho que pareça, eu fui acusado de matá-la. Jamais teria cometido esse crime, mas infelizmente todos estavam certos de que o criminoso era eu – então, fui obrigado a sair imediatamente da minha cidade.
Resolvi ir morar na cidade mais próxima dali, que se chamava Clabata. Com um pouco de dificuldade, construí um pequeno barquinho, já que o percurso no mar seria bem pequeno.
Juntei minhas coisas mais preciosas a um pouco de comida – não precisei de mais de duas malas.
Comecei minha viagem, com fé em que nada de ruim iria acontecer já que a cidade de Clabata ficava super perto. Fiquei mais ou menos uma hora no mar e agora teria apenas que andar por uma mata por mais, no máximo, uma hora e meia. Não tinha jeito de eu levar meu barquinho junto porque não havia ninguém por perto para me ajudar, pois Clabata era quase desconhecida.
Já era quase meia-noite e eu estava exausto. Resolvi então dormir e de manhã continuaria minha caminhada.
Acordei cedo e comecei a caminhar em direção à cidade. De repente, ouvi um barulho. Fiquei parado e quando vi já estava no chão com uma criatura enorme, com garras e dentes grandes em cima de mim. Rebati-me contra essa criatura e gritei, mas ela era muito mais forte do que eu. Graças a Deus, chegou um homem com uma lança. Ele enfiou a lança nas costas do animal e assim me salvou. Ele me acompanhou até a cidade, onde ele morava também.
Conversamos, contei das minhas outras viagens e como eu chegara ali. Bem, não ganhei nenhum cequim a mais com minha oitava viagem, mas uma coisa muito melhor: um grande amigo.

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Primeiros Textos

21 mar 2013

Este ano publicaremos nosso livro! Os primeiros textos dele já estão sendo trabalhados – mas ainda há um longo caminho pela frente até que você possa conhecê-los…

Enquanto isso, daremos aqui uma pequena amostra de nossas criações literárias. A seguir você poderá ler um dos escritos surgidos de uma brincadeira que fizemos durante a aula de português: pegamos três histórias de livros de turmas anteriores e as misturamos, criando novas histórias. “A Cidade Vazia” é criação de Iago, Júlia e Luiza, trio que se inspirou nas obras “A manga do cemitério”, de Vinícius Paiva (2011), “Anjo”, de Carolina (2007) e “A casa mal assombrada”, de Michaela e Samara (2009). Esperamos que vocês gostem…

 

A Cidade Vazia

 

Há muitos e muitos anos, existia uma cidade chamada Canto Escuro.

Essa cidade era muito grande e tinha uma população enorme – isso antes de uma mangueira nascer misteriosamente em um cemitério chamado Antepassados. Mas essa cidade agora não é mais assim…

Aconteceu assim…

Era uma vez, uma casa mal assombrada em que morava uma família de quatro pessoas: a mãe, o pai, a filha de oito anos chamada Pérola e o filho de treze anos chamado Brahian.

Em uma manhã, Pérola acordou bem cedo e foi para a cozinha comer alguma coisa. Na cozinha, ela ouviu uma voz dizendo “Fogo! Fogo!”. A voz era de uma menininha, mas não havia nenhuma menina na casa além dela.

Ela sentiu um sentimento muito forte em seu coração e uma mão em seu ombro… Em alguns segundos, ela estava morta.

Assim como aconteceu com a menina, aconteceu com seus pais e seus irmãos, e assim sucessivamente as famílias iam morrendo em Canto Escuro.

Canto Escuro agora é deserta porque há muito tempo uma menina comeu a tal manga do cemitério Antepassados, mas o que ela não sabia é que essa manga foi envenenado por…

Por mim!

E essa é a minha história e a história de uma ex-cidade.

Fim

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